quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Ano novo - algumas reflexões e desejos.

Ano novo em Bangkok.


Estamos chegando ao ano de 2026 (faltam poucas horas - horário de Fortaleza, Ceará - Brasil). Sobrevivemos mais 365 dias. Alguns conseguiram um pouco mais que isso. Muitos outros não verão o ano novo chegar (centenas de famosos - incluindo o Papa Francisco, o presidente Russell M. Nelson, Élder  Jeffrey R. Holland, Preta Gil, Ozzy Osbourne, Luis Fernando Veríssimo, Angela Ro Ro, Cacá Diegues, Brigitte Bardot, ... a lista parece não ter fim). De toda forma, sejamos gratos, apesar ou por causa das circunstâncias. 

E para 2026, segue a nossa lista de desejos: 

  1. Mais justiça social de verdade
    Não apenas discursos, mas políticas públicas eficientes que reduzam desigualdades, ampliem oportunidades e respeitem a dignidade humana. Todos merecem progredir, ter um teto, lazer e alimentação suficiente. 
  2. Mais consciência ambiental com ação concreta
    Menos “marketing verde” (ou maquiagem ...) e mais compromisso real com preservação, sustentabilidade e responsabilidade intergeracional. Temos pouco tempo para manter o meio ambiente viável.
  3. Políticos que trabalhem em prol do Brasil — e não para si mesmos
    Com ética, competência técnica, compromisso com o interesse público e respeito às instituições democráticas. O respeito às regras democráticas é fundamental. 
  4. Cidadãos capazes de pensar criticamente
    Pessoas que usem o próprio cérebro, questionem, verifiquem fontes e saibam distinguir fatos de fake news. Antes de compartilhar 'notícias' é sempre bom checar os fatos e ter certeza que são verdadeiras.
  5. Educação valorizada como política de Estado
    Educação básica forte, professores respeitados e ciência tratada como investimento, não como gasto. Sem educação é impossível ter um progresso real para o nosso país.
  6. Mais ciência, menos obscurantismo
    Decisões públicas baseadas em evidências, dados e conhecimento, e não em achismos ou ideologias cegas. A ciência tem muito a oferecer, não pode ser deixada de lado nas decisões políticas e de estado. 
  7. Tecnologia a serviço das pessoas
    IA, automação e inovação usadas para melhorar a vida, o trabalho e a educação -- não para manipular ou excluir. O progresso tecnológico deve estar a serviço das pessoas, e não as pessoas a serviço da tecnologia.
  8. Mais empatia e menos radicalismo
    Capacidade de discordar sem desumanizar, ouvir sem atacar e dialogar sem transformar tudo em guerra. Ouvir e pensar antes de agir. 
  9. Instituições mais fortes que indivíduos
    Regras claras, respeito à lei e fim da ideia de “salvadores da pátria”. Discordar das leis ou dos resultados das eleições, por exemplo, não é motivo para tentar rasgar a constituição.
  10. Menos barulho, mais responsabilidade
    Menos polarização política vazia e mais compromisso com soluções reais para problemas reais. Devemos colocar as pessoas e o meio ambiente no centro das discussões. 
  11. Um país que planeje o futuro
    Pensar além do próximo mandato, da próxima eleição ou da próxima crise. Sem planejamento, sem futuro!
  12. Esperança lúcida, não ingênua
    Otimismo com os pés no chão, sustentado por ação, educação e participação consciente.

Quase 2026 -- aqui fica um convite à reflexão, à responsabilidade e à ação para todo o ano de 2026. Resoluções dos anos anteriores podem ser vistas aqui.

#Reflexão #Pensamento 

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