![]() |
| Ano novo em Bangkok. |
Estamos chegando ao ano de 2026 (faltam poucas horas - horário de Fortaleza, Ceará - Brasil). Sobrevivemos mais 365 dias. Alguns conseguiram um pouco mais que isso. Muitos outros não verão o ano novo chegar (centenas de famosos - incluindo o Papa Francisco, o presidente Russell M. Nelson, Élder Jeffrey R. Holland, Preta Gil, Ozzy Osbourne, Luis Fernando Veríssimo, Angela Ro Ro, Cacá Diegues, Brigitte Bardot, ... a lista parece não ter fim). De toda forma, sejamos gratos, apesar ou por causa das circunstâncias.
E para 2026, segue a nossa lista de desejos:
-
Mais justiça social de verdade
Não apenas discursos, mas políticas públicas eficientes que reduzam desigualdades, ampliem oportunidades e respeitem a dignidade humana. Todos merecem progredir, ter um teto, lazer e alimentação suficiente. -
Mais consciência ambiental com ação concreta
Menos “marketing verde” (ou maquiagem ...) e mais compromisso real com preservação, sustentabilidade e responsabilidade intergeracional. Temos pouco tempo para manter o meio ambiente viável. -
Políticos que trabalhem em prol do Brasil — e não para si mesmos
Com ética, competência técnica, compromisso com o interesse público e respeito às instituições democráticas. O respeito às regras democráticas é fundamental. -
Cidadãos capazes de pensar criticamente
Pessoas que usem o próprio cérebro, questionem, verifiquem fontes e saibam distinguir fatos de fake news. Antes de compartilhar 'notícias' é sempre bom checar os fatos e ter certeza que são verdadeiras. -
Educação valorizada como política de Estado
Educação básica forte, professores respeitados e ciência tratada como investimento, não como gasto. Sem educação é impossível ter um progresso real para o nosso país. -
Mais ciência, menos obscurantismo
Decisões públicas baseadas em evidências, dados e conhecimento, e não em achismos ou ideologias cegas. A ciência tem muito a oferecer, não pode ser deixada de lado nas decisões políticas e de estado. -
Tecnologia a serviço das pessoas
IA, automação e inovação usadas para melhorar a vida, o trabalho e a educação -- não para manipular ou excluir. O progresso tecnológico deve estar a serviço das pessoas, e não as pessoas a serviço da tecnologia. -
Mais empatia e menos radicalismo
Capacidade de discordar sem desumanizar, ouvir sem atacar e dialogar sem transformar tudo em guerra. Ouvir e pensar antes de agir. -
Instituições mais fortes que indivíduos
Regras claras, respeito à lei e fim da ideia de “salvadores da pátria”. Discordar das leis ou dos resultados das eleições, por exemplo, não é motivo para tentar rasgar a constituição. -
Menos barulho, mais responsabilidade
Menos polarização política vazia e mais compromisso com soluções reais para problemas reais. Devemos colocar as pessoas e o meio ambiente no centro das discussões. -
Um país que planeje o futuro
Pensar além do próximo mandato, da próxima eleição ou da próxima crise. Sem planejamento, sem futuro! -
Esperança lúcida, não ingênua
Otimismo com os pés no chão, sustentado por ação, educação e participação consciente.


Nenhum comentário:
Postar um comentário