quinta-feira, 21 de junho de 2018

Divulgando: HACKATHON FIEC - IFCE 2018



Estamos à disposição quinta-feira, 21/06 (Tarde e noite) para apoiarmos no processo de inscrição! LOCAL: INCUBADORA DE EMPRESAS DO IFCE (Campus Fortaleza) 


HACKATHON FIEC - IFCE 2018


Nos dias 30/06 e 01/07 iremos desfrutar de um final de semana cheio de muito trabalho, aprendizados, desafios e a através do seu talento, ajudar a transformar e resolver os principais desafios da Indústria.

Hackathon significa maratona de programação, a palavra vem da mistura de duas outras palavras: “hack”, que significa programar de forma excepcional, e “marathon”, de maratona.
                                                     

Sendo a primeira etapa do Conexão FIEC - IFCE para Inovação Industrial, o Hackathon FIEC IFCE 2018 vai reunir profissionais apaixonados por tecnologia e inovação, para projetar e executar soluções inovadoras aos desafios propostos nas categorias de Automação Industrial; Energia e Água; E-Health e Economia Compartilhada.

acesse o link para confirmar sua prticipação:
  https://goo.gl/forms/hjpoD1nQ7Ij01NFn1

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Dica de leitura: "Vamos matar o professor?" de Lois Duncan

Uma capa bem antiga do livro (o mesmo tipo de capa do livro que eu li no século passado). Note o preço completamente desatualizado: Cr$ 220,00. 

Na postagem da semana passada, eu sugeri a leitura do livro de Leandro Karnal que trata do ensino e da educação do ponto de vista de professor já bem experiente e que quer ajudar professores mais jovens a superarem algumas das dificuldades do dia a dia escolar. Lois Duncan tem uma proposta um tanto diferente e um pouco mais radical para sobrepujar os conflitos entre professor e alunos com o seu romance "Vamos matar o professor?" (título original: Killing Mr. Griffin) de Lois Duncan (ver uma biografia dela aqui): eliminar o professor. Bom, não é exatamente esse o objetivo inicial dos alunos do professor de literatura inglesa (o tal de Mr. Griffin) e ... Talvez seja melhor parar por aqui para não contar muitos spoilers.

Claro que desejar matar um professor não é uma solução alternativa para um conflito surgido em sala de aula, mas quem nunca, em um momento explosivo de raiva, teve esse sentimento? Esse livro de Lois Duncan, autora também do conhecido "I Know What You Did Last Summer", eu li quando era adolescente e hoje, por algum motivo, me veio à memória durante a conversa com um aluno - que, até onde eu saiba, não tem o menor interesse em me matar. Por via das dúvidas, é melhor eu manter um saudável relacionamento profissional com os meus alunos. E não me aventurar para área de literatura, é mais prudente me manter nas áreas de exatas.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Dica de leitura: Conversas com um jovem professor (livro)


Ser um bom professor ou pelo menos um que seja razoável em sala de aula não é uma tarefa fácil ou que se consiga aprender em poucos meses. Os meus primeiros alunos (da "antiga" Escola Técnica, hoje IFCE) sentiram isso na pele. Não é questão "apenas" de dominar o conteúdo a ser ensinado. Isso é essencial, mas muitas outras coisas também são importantes.

No livro "Conversas com um jovem professor" de Leandro Karnal (com a colaboração de Rose Karnal), o autor relata casos e experiências que aconteceram ao longos de 30 anos de magistério de modo coloquial e direto. Não existem muitas elucubrações pedagógicas ou discussões sobre as teses desse ou daquele educador, mas a vivência de quem passou por várias escolas, faculdades e acumulou uma boa bagagem nesse campo. Recomendo a leitura para todos os professores, jovens ou não tão jovens, que querem melhorar em sala de aula.

Uma descrição do livro (fonte aqui):

O professor entra na escola e parece que nasceu para dar aula: sabe como lidar com os alunos, faz camaradagem com os colegas, dialoga com os pais. Nunca comete um deslize, passa muito bem o seu recado e todos o adoram. Será que nasceu sabendo ou foi aprendendo ao longo de alguns sucessos e outros tantos fracassos? Muitos são os livros que trazem teorias sobre a sala de aula, mas faltava um sobre a prática de ensinar. Não falta mais. Nestas 'conversas' o leitor não encontrará citações de grandes obras, conhecerá experiências em classe. Tanto as que deram certo como as que fizeram o autor se arrepender depois. Professor com vasta experiência, dono de texto envolvente, Leandro Karnal discute os problemas cotidianos daqueles que lecionam: como dar aula, como corrigir provas, o que é necessário lembrar numa reunião com os pais. Em poucas palavras: como realmente lidar com as práticas escolares. Obra imprescindível para quem se aventura a ensinar.



Leandro Karnal: possui graduação em Historia pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1985) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1994). Atualmente é RDIDP da Universidade Estadual de Campinas, Membro de corpo editorial da Revista Brasileira de História (Impresso) e Membro de corpo editorial da Revista Poder e Cultura. Tem experiência na área de História. Atuando principalmente nos seguintes temas:Catequese, Representação, Conquista Espiritual. Livros publicados recentemente:

  • Todos contra todos: o ódio nosso de cada dia. 1. ed. Rio de Janeiro: Leya Casa da Palavra, 2017. v. 1. 336p . 
  • CRER OU NÃO CRER. 1. ed. São Paulo: Editora Planeta do Brasil Ltda., 2017. v. 1. 192p . 
  • SANTOS FORTES: Raizes do Sagrado no Brasil. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Rocco Ltda, 2017. v. 1. 216p . 
  • PECAR E PERDOAR. 2. ed. Rio de Janeiro: Happer Collins BR, 2017. v. 1. 208p . 
  • DIÁLOGO DE CULTURAS. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2017. 192p .

Lattes aqui.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Notícias do Portal da Academia Brasileira de Ciências (ABC)



A Academia Brasileira de Ciências (ABC), fundada em 1916, é uma entidade independente, não governamental e sem fins lucrativos, que atua como sociedade científica honorífica e contribui para o estudo de temas de primeira importância para a sociedade, visando dar subsídios científicos para a formulação de políticas públicas. Seu foco é o desenvolvimento científico do país, a interação entre os cientistas brasileiros e destes com pesquisadores de outras nações.

A ABC recebe contribuições de seus membros individuais e corporativos e apoio financeiro de agências governamentais. Com um quadro atual de pouco mais de 700 membros no total, a Academia Brasileira de Ciências é uma das mais antigas associações de cientistas no país e reconhecidamente a mais prestigiosa dessas entidades.

Notícias/postagens recentes da ABC:

Gugu ganha Prêmio Erdös por contribuição à Matemática

Carlos Gustavo Tamm de Araújo Moreira, o Gugu, pesquisador do IMPA e coordenador-geral da OBM (Olimpíada Brasileira de Matemática), ganhou o Prêmio Paul Erdös da Federação Mundial de Competições Nacionais de Matemática (WFNMC, sigla em inglês), pela contribuição à Matemática Olímpica.

Entregue desde 1992, o Paul Erdös premia pesquisadores que atuam no desenvolvimento de desafios matemáticos, de forma a estimular a aprendizagem da disciplina.

“Premiação mais do que merecida para um matemático fora de série que representa, mais do que ninguém, o espírito das olimpíadas de Matemática no nosso país”, disse o diretor-geral do IMPA, [o Acadêmico] Marcelo Viana.

* Para saber mais aqui.

Qual é o propósito da Ciência?

Uma teoria com beleza matemática é mais provável de ser correta do que uma teoria feia que concorde com alguns dados experimentais. (Paul Dirac, 1902-1984)

No início do século 20, um grupo de jovens provoca uma revolução na ciência, ao formular uma teoria que se afasta radicalmente dos conceitos clássicos: a física quântica. Surge então uma nova visão da natureza: a luz comporta-se ora como ondas, ora como se fosse constituída de corpúsculos; átomos e elétrons poderiam também ter comportamento típico de ondas. O primeiro vislumbre aparece com os trabalhos de Max Planck, em 1900 e de Albert Einstein , em 1905. Os jovens responsáveis por essa reviravolta conceitual não tinham nenhuma ideia sobre possíveis aplicações dessa nova física: movia-os a curiosidade e a paixão pelo conhecimento.

Cem anos depois dos trabalhos de Planck, um artigo publicado na revista "Scientific American" pelos físicos norte-americanos Max Tegmark e John Archibald Wheeler mostrava que, no ano 2000, cerca de 30% do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano eram baseados em invenções tornadas possíveis pela física quântica, de semicondutores em chips de computadores a lasers em reprodutores de CDs e DVDs, aparelhos de ressonância magnética em hospitais, e muito mais.

A história é rica em exemplos de descobertas em ciência básica, movidas pela curiosidade, que acabaram provocando grandes transformações no quotidiano da humanidade. Assim foi com a eletricidade, explorada em experimentos pelo grande físico britânico Michael Faraday. Foi ele quem descobriu, em 1831, que uma corrente elétrica era produzida em um fio de cobre, ao movê-lo em um campo magnético — descoberta que deu origem aos geradores de energia elétrica. Questionado pelo então Ministro das Finanças britânico, Sir William Gladstone, sobre a utilidade do efeito que acabara de descobrir, Faraday responde: "Há uma alta probabilidade, Sir, que em breve o senhor poderá taxá-la”.

* Para saber mais aqui.

Precisamos incentivar meninas para carreiras de exatas desde a base, diz diretora do CNPq

No Brasil, as mulheres publicam praticamente a mesma quantidade de pesquisas científicas do que os homens. Elas são responsáveis por 49% da produção. Olhando assim, o ambiente acadêmico parece bem igualitário por aqui. Mas, quando se fala em publicações em áreas como computação e matemática, a participação das pesquisadoras mulheres cai para menos de 25%, segundo dados do relatório da Elsevier, apresentados por Adriana Maria Tonini, diretora de Engenharias, Ciências Exatas, Humanas do CNPq.

Para Adriana, o problema não é a falta de investimento no nível universitário. “Precisamos de mais investimento na base. O problema não é na universidade, vem de antes. Temos de incentivar as meninas de 6 e 7 anos a estudar matemática e exatas, mostrar a elas que há espaço para mulheres nessa área, sim”, afirmou ela durante o Congresso Nacional de Liderança Feminina (Conalife), realizado pela ABRH-SP, em 24 de maio, em parceria com a ONU Mulheres.

Miriam Harumi Koga foi um exemplo disso na prática. Com apenas 18 anos, ela foi a primeira a ser aplaudida de pé pela plateia durante o Conalife 2018. A medalhista de ouro na IX Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica — e em várias outras olimpíadas de exatas — contou um pouco de sua história nos estudos. Falou sobre a importância de ter tido o incentivo da família e da escola para se encaminhar para a área de exatas. Miriam participa de olimpíadas acadêmicas desde o ensino fundamental, e diz que é claro o quanto a participação de garotas nas competições de exatas cai com o passar dos anos. “O que falta é incentivo, e incentivo desde os primeiros anos”, disse ela a uma plateia emocionada.

* Para saber mais aqui.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Nova seleção de mestrado - IFCE - Mestrado em Engenharia de Telecomunicações (PPGET)



Em breve, dia 25 de maio, começam as inscrições para o Mestrado Acadêmico em Engenharia de Telecomunicações, área de concentração em sistemas de telecomunicações, do campus Fortaleza do IFCE. O processo seletivo é aberto a todos os portadores de diploma oficial, ou reconhecido, ou ainda certificado de conclusão em caráter provisório de curso superior de licenciatura plena, de bacharelado ou de tecnologia nas áreas de Engenharias ou Ciências Exatas. Serão oferecidas 21 (vinte e uma) vagas para ingresso no mestrado nas linhas de pesquisa abaixo relacionadas:
  1. Micro-ondas e Óptica Integrada (9 vagas); 
  2. Informação Quântica (2 vagas); 
  3. Processamento de Sinais (10 vagas).
*** Importante: as inscrições vão até o dia 18 de junho! Mais informações no edital: link aqui!

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Divulgando: IV CONCURSO Apps.edu – CBIE 2018



Chamada de trabalhos!



  • O IV Concurso Apps.edu faz parte do Congresso Brasileiro de Informática na Educação (VII CBIE 2018), evento anual promovido pela Comissão Especial de Informática na Educação (CEIE) da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Tem como finalidade incentivar a inovação mediante o desenvolvimento de objetos de aprendizagem e softwares para a educação, bem como a utilização em práticas de ensino e aprendizagem. O Apps.edu também estimula o empreendedorismo e a geração de oportunidades de negócio a partir dos produtos e protótipos desenvolvidos, por meio de compartilhamento destas iniciativas junto a especialistas da academia, setor produtivo e governamental.

OBJETIVO GERAL
  • Diagnosticar problemas reais que afetam a educação no Brasil e propor ideias e soluções tecnológicas para o progresso educacional e o empreendedorismo digital.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
  • Agregar diversas áreas do conhecimento e setores da sociedade civil (academia, escolas, governo e empresas) em torno do diagnóstico e proposição de soluções tecnológicas para problemas reais para da Educação no Brasil;
  • Identificar problemas e oportunidades de melhoria para o desenvolvimento da educação;
  • Cativar a sociedade na priorização dos problemas e oportunidades de melhoria detectados, visando orientar o desenvolvimento das soluções;
  • Engajar pesquisadores, educadores e empreendedores para a proposição e implementação de soluções para os problemas e oportunidades de melhoria;
  • Estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para a evolução da educação;
PÚBLICO-ALVO:
  • Comunidade científica, professores, técnicos, acadêmicos/pesquisadores e alunos de graduação e pós-graduação de computação e áreas afins.
  • Profissionais/empresas das áreas de empreendedorismo, inovação, ciência e tecnologia na Educação.
  • Representantes do governo envolvidos com o tema, nos níveis federal, estadual ou municipal.

COORDENADOR:
Gilvandenys Leite Sales denyssales@ifce.edu.br  
PPGCC / PGECM / DEMEL - IFCE

DATAS IMPORTANTES
  • Submissão:  15 de junho de 2018 até às 23h55min
  • Notificação de aceitação de artigos: 31 de julho de 2018
  • Versões finais dos trabalhos aceitos: 30 de agosto de 2018
  • Data limite para inscrição de pelo menos um autor por trabalho: 15 de setembro de 2018
  • Apresentação dos Trabalhos: 29 de Outubro a 01 de Novembro de 2018
CATEGORIAS
  • Protótipo: Considera-se protótipo qualquer software educacional em fase de desenvolvimento que ainda não esteja sendo comercializado no momento da submissão;
  • Produto: Considera-se produto qualquer software educacional que já esteja sendo ofertado comercialmente ou distribuído e utilizado gratuitamente. Por se tratar de um concurso de estímulo ao desenvolvimento de novos negócios, para esta categoria serão aceitos apenas produtos que estejam no mercado há no máximo 03 anos.
Em ambas as categorias (protótipo e produto) são esperados e poderão ser aceitos diferentes tipos de softwares educacionais: objetos de aprendizagem de diversos tipos, formatos e granularidades (vídeos, animações, simulações), além de plataformas educacionais, novas soluções para armazenamento e utilização de materiais didáticos, aplicativos móveis, sistemas tutores inteligentes, entre outros.
SUBMISSÃO DOS TRABALHOS
As submissões de Protótipos e Produtos para o IV Concurso Apps.edu – CBIE 2018 devem ser realizadas, exclusivamente, pelo sistema JEMS. As submissões devem ser feitas até a data limite para submissão de trabalhos, seguindo o cronograma.
Submissões para a Categoria Protótipo
A submissão será realizada em uma (1) única etapa, na qual devem ser informados o(s) autor(es), título e resumo do trabalho, e submetidos 3 arquivos relacionados respectivamente aos seguintes itens: (a) artigo contendo a descrição do software (obrigatório) (b) vídeo demonstrativo (obrigatório) e (c) Acesso ao protótipo (obrigatório).
Submissões para a Categoria Produto
A submissão será realizada em uma (1) única etapa, na qual devem ser informados o(s) autor(es), título e resumo do trabalho, e submetidos 3 arquivos relacionados respectivamente aos seguintes itens: (a) White paper (b) Vídeo demonstrativo (obrigatório) e (c) Acesso ao produto (obrigatório).

ATENÇÃO: Os protótipos ou produtos apresentados e publicados em edições anteriores do Apps.edu não poderão participar desta edição. Os protótipos que participaram anteriormente e foram melhorados sendo agora produtos poderão participar normalmente na categoria produtos. 


O CBIE é realizado pela Comissão Especial de Informática na Educação (CE-IE). É um evento em nível internacional e itinerante, a cada ano acontece em uma cidade do Brasil, para dessa forma atingir todas as regiões e possibilitar a participação, engloba os primeiros eventos de Informática na Educação do Brasil (XXVI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação e o XXI Workshop de Informática na Escola) e também o Concurso de Teses, Dissertações e Monografias (CTD), Painel de Políticas e Diretrizes para Informática na Educação (PDIE) e Jornadas de Atualização em Informática na Educação (JAIE). O CBIE busca promover e incentivar as trocas de experiências entre as comunidades científica, profissional, governamental e empresarial na área de Informática na Educação, é voltado essencialmente a discutir a pesquisa e os desafios sobre a Educação, tendo como premissa a reflexão do uso das tecnologias digitais da informação e comunicação no ensino com vistas à melhoria da qualidade educacional. Fonte aqui.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Divulgando: XII CONNEPI Edição 2018


O Congresso Norte-Nordeste de Pesquisa e Inovação (Connepi) é realizado, desde 2006, com o objetivo de impulsionar e difundir a produção na área de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico. Em 2018, o evento será realizado em Recife (PE), de 27 a 30 de novembro, sob a coordenação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco (IFPE) e do Sertão Pernambucano (IF Sertão-PE).

Nesta 12ª edição, o Connepi terá como tema “Os dez anos da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica”, buscando fortalecer os debates sobre o papel dos Institutos Federais no desenvolvimento social e econômico do país e o caráter estratégico da ampliação dos investimentos na ciência e desenvolvimento tecnológico.

Ao longo de quatro dias, o evento reunirá apresentação de trabalhos e experiências realizadas por estudantes, docentes, pesquisadores e pesquisadoras de instituições de educação e cadeias produtivas de diferentes setores, além de palestras, oficinas, minicursos, workshops e mostras tecnológicas e culturais. Um dos destaques da programação é o Universo IF, que se tornou uma das marcas do Connepi por ser um espaço de prospecção de ideias inovadoras e projetos empreendedores de base tecnológica.

Pesquisadores e pesquisadoras de todo o país podem submeter trabalhos e se inscrever nas atividades do Connepi 2018. A expectativa deste ano é reunir um público de até 4 mil pessoas. O evento é realizado com o apoio do Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC), e do Conselho Nacional da Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif).