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domingo, 22 de junho de 2025

O mundo precisa de paz!

Acho que não evoluímos muito desde épocas imemoriais. Continuamos cometendo os mesmos erros que já foram registrados na história muitas e muitas vezes. Hoje, mais uma vez, temos um cenário que, potencialmente, pode gerar mais uma guerra de grandes proporções. O mundo precisa de paz, as pessoas precisam de mais empatia. 

#guerra #paz #conflito #reflexão

sábado, 23 de dezembro de 2023

Feliz Natal: uma breve mensagem.

 

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O Natal de 2023 se aproxima. À luz deste Natal, quero enviar a todos vocês uma mensagem de esperança, amor, perdão e solidariedade. Este é um momento especial que transcende as fronteiras religiosas, unindo corações em um espírito de alegria, generosidade e compaixão.

A esperança brilha de modo especial nesta época do ano, como uma estrela guia que nos recorda que, mesmo nas noites mais escuras, há sempre a promessa de um novo amanhecer. Que esta esperança inspire cada um de nós a olhar para o futuro com otimismo, acreditando que, juntos, podemos construir um mundo mais justo, humano e harmonioso. Que busquemos construir pontes de amizades e não muros de isolamento.

O amor, é a essência do Natal, é a força que nos une e nos lembra da importância de demonstrar afeto e compreensão uns pelos outros. Que este amor seja a base de nossas interações, permeando nossas palavras e ações, criando laços que resistam ao teste do tempo.

O perdão, um presente precioso que podemos oferecer a nós mesmos e aos outros, é uma dádiva que libera corações e almas do peso do ressentimento. Neste Natal, convido a todos nós a praticar o perdão, deixando para trás as mágoas e abrindo espaço para a cura e a reconciliação. Que nossos corações se encham de paz e luz, permitindo-nos seguir em frente com leveza e gratidão.

A solidariedade, em especial durante esta temporada festiva, é a expressão prática do amor e da compaixão. Em um mundo que muitas vezes enfrenta desafios e adversidades, estender a mão aos necessitados é um ato de grande significado. Que possamos ser agentes de mudanças positivas e construtivas, contribuindo para aliviar o sofrimento daqueles que precisam, promovendo assim a verdadeira essência do espírito natalino.

À medida que celebramos este Natal, que possamos refletir sobre o verdadeiro significado da festividade. Que este seja um tempo de renovação espiritual, de fortalecimento dos laços familiares e de construção de pontes de compreensão entre culturas e crenças diversas.

Que cada um de nós receba a dádiva da alegria, da paz e da serenidade neste Natal. Que a luz que brilha nos corações se propague como um farol, iluminando não apenas o presente, mas também o caminho que nos aguarda no ano que se inicia.

Que a magia desta época nos inspire a sermos instrumentos de positividade, paz e amor, criando um mundo onde a esperança pode florescer e a solidariedade cresça entre as pessoas.
Feliz Natal a todos!

Com todo o carinho,

Francisco José Alves de Aquino.

domingo, 5 de novembro de 2023

Paz para o mundo!





O mundo precisa de paz. Digamos não às guerras e ao ódio.
  • The world needs peace! We want peace for the world. 
  • El mundo necesita paz. ¡Queremos paz para el mundo! 
  • Le monde a besoin de paix ! Nous voulons la paix pour le monde. 
  • Die Welt braucht Frieden! Wir wollen Frieden für die Welt. 
  • Il mondo ha bisogno di pace! Vogliamo la pace per il mondo. 
  • O mundo precisa de paz! Nós queremos paz para o mundo. 
  • De wereld heeft vrede nodig! Wij willen vrede voor de wereld.
  • العالم بحاجة إلى السلام! نحن نريد السلام للعالم. 
  • 世界需要和平!我们希望世界和平。 (Shìjiè xūyào hépíng! Wǒmen xīwàng shìjiè hépíng.) 
  • 世界は平和が必要です!私たちは世界の平和を望んでいます。 (Sekai wa heiwa ga hitsuyōdesu! Watashitachi wa sekai no heiwa o nozondeimasu.)

A paz é um desejo universal.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022

Existe "guerra justa"?


Na definição do pensador e político romano Cícero, "pax est tranquilla libertas" - 'paz é a liberdade tranquila'. No verbete sobre "Paz" do Dicionário de Filosofia de Nicola Abbagnano lemos:

De modo mais geral, a P. foi definida por Hobbes como a cessação do estado de guerra, ou seja, do conflito universal entre os homens. Portanto, "procurar obter a P.", segundo Hobbes, é a primeira lei da natureza (Leriatb., I, 14). Como Hobbes, Kant julgava que o estado de P. entre os homens não é natural e que, portanto, ele tem de ser instituído, pois "a ausência de hostilidade não significa segurança, e se esta não for garantida entre vizinhos (o que só pode realizar-se num estado legítimo) poderá ser tratado como inimigo aquele a quem se tenha pedido essa garantia em vão" (Zum ewigen Frieden, 1796, § 2). Para Whitehead, a P. é um conceito metafísico, "a harmonia das harmonias que aplaca a turbulência destrutiva e completa a civilização" (Adventures of Ideas, XX, § 2).

No verbete sobre guerra lemos:

Alguns filósofos da Antiguidade atribuíram um valor cósmico à G., uma função dominante na economia do universo. Foi o que fez Heráclito, que chamou a G. de "mãe e rainha de todas as coisas" (Fr. 53, Diels), afirmando que "a G. e a justiça são conflitos e, por meio do conflito, todas as coisas são geradas e chegam à morte" (Fr. 80, Diels). Foi o que fez também Empédocles, que, ao lado da Amizade (ou Amor), como força que une os elementos constitutivos do mundo, pôs o Ódio ou a Discórdia que tende a desuni-los (Fr. 17, Diels). Outros filósofos, como Hobbes, afirmaram que o estado de G. é o estado "natural" da humanidade, no sentido de que é o estado a que ela seria reduzida sem as normas do direito, ou do qual procura sair mediante essas regras (Leviath., I, 13). Mas, não obstante essas ideias ou semelhantes, os filósofos esforçaram-se constantemente por evidenciar e encorajar os esforços dos homens para evitar as G. ou para diminuir as situações que lhes dão origem. Por vezes, ocuparam-se em formular projetos nesse sentido. A exceção a essa regra é representada por Hegel, que considerou a G. como uma espécie de "juízo de Deus", do qual a providência histórica se vale para dar a vitória à melhor encarnação do Espírito do mundo. Hegel afirma, por um lado, que, "assim como o movimento dos ventos preserva o mar da putrefação à qual o reduziria a quietude duradoura, a isso reduziria os povos a paz duradoura ou perpétua" (Fil. do dir., § 324), e por outro lado julga que, no plano providencial da história do mundo, um povo sucede ao outro no encarnar, realizar ou manifestar o Espírito do mundo, dominando, em nome e por meio dessa superioridade, todos os outros povos. A G. pode ser um episódio dessa alternância, desse juízo de Deus proferido pelo "Espírito do mundo". "Em geral", diz Hegel, "a isso está ligada uma força externa que destitui com violência o povo do domínio e faz que ele deixe de ter primazia. Essa força exterior, porém, só pertence ao fenômeno; nenhuma força externa ou interna pode impor sua eficácia destruidora em face do Espírito do povo, se este já não estiver exânime, extinto" (Philosophie der Geschichte, ed. Lasson, p. 47). Essas afirmações de Hegel equivalem a justificar qualquer G. vitoriosa que, como tal, estaria nos planos providenciais da Razão. Constituem, portanto, uma monstruosidade filosófica que, entretanto, não deixou de ter defensores e seguidores, dentro e fora do círculo da filosofia hegeliana.

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Em toda e qualquer guerra os direitos básicos das pessoas são severamente limitados. Excessos de violência são aplicados de forma indiscriminada, a infraestrutura é atingida e os problemas econômicos só fazem aumentar, os preços de coisas básicas se elevam de forma abusiva. Dizem que em uma guerra a primeira vítima é a verdade$^1$. Some-se a isso a guerra digital: a propaganda militar mentirosa pode atingir a todos, ataques hackers coordenados podem derrubar sistemas e industrias inteiras. Ao meu ver, a única justificativa para entrar em uma guerra é para se defender da ação de outro país. A diplomacia deveria ser o único caminho para resolver os conflitos entre as nações.  

1. A primeira vítima, quando começa a guerra, é a verdade. Hiram W. Johnson senador americano.

Obs: eu tenho consciência de que se essa guerra (Rússia-Ucrânia) fosse entre dois países africanos em algum lugar da Ásia, a repercussão no mundo seria muito menor.