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terça-feira, 18 de maio de 2021

Identificando uma imagem com o Google Imagens


 O Google Imagem (Imagens do Google) tem o recurso de localizar uma imagem que você tenha e que seja semelhante a uma imagem no banco de imagens dele. Passo a passo:

  • Clique no ícone da máquina fotográfica (pesquisar por imagens).
  • Selecione o separador Carregar uma imagem e clique em Escolher ficheiro. 
  • Procure a imagem e abra-a (existe a opção de colar a URL da imagem). 
  • Espere até que o Google faça a identificação - e lhe apresente imagens visualmente semelhantes.

Exemplo - uma pesquisa pela imagem da Estátua do Padre Cícero pode resultar:
 


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Trabalhando com imagens no Scilab - exemplo simples.

Baboon na imagem original, com apenas uma das cores e em tom de cinza. 

Histograma de Baboon na imagem em tom de cinza.

Baboon como gráfico 3D (comando mesh).

Para a leitura de imagens no Scilab é necessário instalar a biblioteca de manipulação de gráficos IPVC (IPCV – Scilab Image Processing & Computer Vision, a module of Image Processing and Computer Vision Toolbox for Scilab 6.0.), usando o gerenciador de módulos ATOMS:


Depois de instalada a biblioteca, é necessário reiniciar o Scilab. Em seguida, é só usar os recursos disponíveis. Um código exemplo simples:
xdel(winsid());
clc;

im = imread(fullpath(getIPCVpath() + "/images/" + 'baboon.png'));
im1 = im;
im2 = im;
im3 = im; 
im1(:,:,1)=0;
im2(:,:,2)=0;
im3(:,:,3)=0;
subplot(2,2,1); imshow(im);
subplot(2,2,2); imshow(im1);
subplot(2,2,3); imshow(im2);
subplot(2,2,4); imshow(im3);

img = rgb2gray(im);
figure; imshow(img);
[count, cells]=imhist(img);
figure; bar(cells, count);
Zm = im2double(img);
figure; mesh(Zm);

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Algumas fotos espetaculares do telescópio espacial Hubble


The NASA/ESA Hubble Space Telescope has revisited one of its most iconic and popular images: the Eagle Nebula’s Pillars of Creation. This image shows the pillars as seen in visible light, capturing the multi-coloured glow of gas clouds, wispy tendrils of dark cosmic dust, and the rust-coloured elephants’ trunks of the nebula’s famous pillars.

The dust and gas in the pillars is seared by the intense radiation from young stars and eroded by strong winds from massive nearby stars. With these new images comes better contrast and a clearer view for astronomers to study how the structure of the pillars is changing over time.



This image of a pair of interacting galaxies called Arp 273 was released to celebrate the 21st anniversary of the launch of the NASA/ESA Hubble Space Telescope.


The distorted shape of the larger of the two galaxies shows signs of tidal interactions with the smaller of the two. It is thought that the smaller galaxy has actually passed through the larger one.



The Bubble Nebula, also known as NGC 7635, is an emission nebula located 8 000 light-years away. This stunning new image was observed by the NASA/ESA Hubble Space Telescope to celebrate its 26th year in space.



NASA/ESA Hubble Space Telescope has trained its razor-sharp eye on one of the universe's most stately and photogenic galaxies, the Sombrero galaxy, Messier 104 (M104). The galaxy's hallmark is a brilliant white, bulbous core encircled by the thick dust lanes comprising the spiral structure of the galaxy. As seen from Earth, the galaxy is tilted nearly edge-on. We view it from just six degrees north of its equatorial plane. This brilliant galaxy was named the Sombrero because of its resemblance to the broad rim and high-topped Mexican hat. 

At a relatively bright magnitude of +8, M104 is just beyond the limit of naked-eye visibility and is easily seen through small telescopes. The Sombrero lies at the southern edge of the rich Virgo cluster of galaxies and is one of the most massive objects in that group, equivalent to 800 billion suns. The galaxy is 50,000 light-years across and is located 30 million light-years from Earth.


Credit: NASA/ESA and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA).

*** Outras imagens e fonte aqui.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Telescópio espacial Spitzer: algumas imagens

Fonte aqui.


O Telescópio Espacial Spitzer foi lançado a 5492 dias e está a 246.205.569 Km da Terra. Inicialmente programado para uma missão primária mínima de 2 anos e meio, o Telescópio Espacial Spitzer da NASA foi muito além de sua vida útil esperada e continua plenamente funcional depois de 15 anos no espaço. Algumas das grandes descobertas feitas usando o telescópio espacial Spitzer incluem:
  • O maior anel conhecido em torno de Saturno, uma estrutura fina e fina com 300 vezes o diâmetro de Saturno. 
  • Primeiro mapa meteorológico exoplaneta das variações de temperatura sobre a superfície de um exoplaneta de gás. Os resultados sugeriram a presença de ventos fortes. 
  • Quebra asteróides e planetários. Spitzer encontrou evidências de várias colisões rochosas em outros sistemas solares, incluindo um pensamento envolvendo dois grandes asteróides. 
  • Receita de "sopa de cometa". Spitzer observou o rescaldo da colisão entre a nave espacial Deep Impact da NASA e o cometa Tempel 1, descobrindo que o material cometário em nosso sistema solar se assemelha ao das estrelas próximas. 
  • Os covis escondidos das estrelas recém-nascidas. As imagens infravermelhas do Spitzer proporcionaram visões sem precedentes sobre os berços escondidos onde jovens estrelas crescem, revolucionando nossa compreensão do nascimento estelar. 
  • Buckyballs no espaço. Buckyballs são moléculas de carbono em forma de bola de futebol descobertas em pesquisas de laboratório com múltiplas aplicações tecnológicas na Terra. 
  • Aglomerados maciços de galáxias. Spitzer identificou muitos aglomerados de galáxias mais distantes do que eram conhecidos anteriormente. 
  • Um dos mapas mais extensos da galáxia Via Láctea já compilado, incluindo o mapa mais preciso da grande barra de estrelas no centro da galáxia, criado usando dados do Spitzer do projeto Galactic Legacy Mid-Plane Survey Extraordinaire, ou GLIMPSE.

Mais informações aqui. Algumas imagens:

Remanescente de um supernova.
Galáxia do Pinguim guardando um "ovo" (Arp 142).
Remanescente da supernova de Caranguejo.
Aglomerado de galáxias IDCS J1426

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Algumas fotos da manifestação de hoje - Fora Temer e seus deputados comprados!








Infelizmente, não consegui ir à manifestação de hoje e participar da Greve Geral aqui em Fortaleza, mas vários de meus colegas professores foram e registraram em fotos. Os principais motivos dessa grande manifestação são as reformas trabalhista e da previdência. Esses deputados e senadores corruptos e comprados só querem olhar para os próprios bolsos. Para eles, o povo é irrelevante.

Uma "prova":
LOBISTAS DE ASSOCIAÇÕES empresariais são os verdadeiros autores de uma em cada três propostas de mudanças apresentadas por parlamentares na discussão da Reforma Trabalhista. Os textos defendem interesses patronais, sem consenso com trabalhadores, e foram protocolados por 20 deputados como se tivessem sido elaborados por seus gabinetes. Mais da metade dessas propostas foi incorporada ao texto apoiado pelo Palácio do Planalto e que será votado a partir de hoje pelo plenário da Câmara.
Fonte aqui.

domingo, 18 de setembro de 2016

Hubble: algumas imagens espetaculares.

Eta Carine: duas estrelas gigantes próximas de um fim catastrófico.

NGC 6814- uma galáxia espiral muito ativa.

NGC 4845: localizada a mais de 65 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Virgem.

MACS J0416: localizada a cerca de 4,3 bilhões de anos-luz da Terra, na constelação de Eridanu. Este é um exemplo de aglomerado de galáxias.


Todas as belas imagens acima são do telescópio espacial Hubble - ver link aqui. Outras postagens deste blog que se referem ao Hubble podem ser vistas aqui.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Um feliz 2016 para todos!

A chegada de 2016 pelo mundo:

Grécia
Hong Kong.
Lituânia
Londres
Sidnei, Austrália.
Festa de ano novo em Juazeiro - Ce. 

Um Feliz 2016 para todos! Esperamos que os problemas de 2015 sejam superados! Boas Festas.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Missão New Horizons - belas fotos

Visão artística da sonda New Horizons se aproximado de Plutão e seus satélites.
Plutão

Caronte


A atmosfera de Plutão

Para saber mais: aqui e aqui.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Arte Matemática: figuras de Lissajous




Para saber sobre as figuras ou curvas de Lissajous ver, por exemplo, aqui e aqui. Em eletrônica a curva de Lissajou pode ser usada para determinar a relação entre frequência ou fase de dois sinais usando-se um osciloscópio. As figuras acima foram obtidas com o seguinte código Scilab:


clc;
close; close; close;

p2 = 2*%pi;
t = 0:0.001:40;

s1 = exp(-t/20).*sin(p2*t*4);
c1 = exp(-t/10).*sin(p2*t*5);
s0 = sin(p2*t*4);
c0 = cos(p2*t*5);

subplot(2,2,1); plot(s0,c0,'m');
subplot(2,2,2); plot(s1,c1,'r');
subplot(2,2,3); plot(s0,c1,'b');
subplot(2,2,4); plot(s1,c0,'k');

figure;
s1 = exp(-t/30).*sin(p2*t*3);
c1 = exp(-t/20).*sin(p2*t*5);
s0 = sin(p2*t*3);
c0 = cos(p2*t*5);

subplot(2,2,1); plot(s0,c0,'m');
subplot(2,2,2); plot(s1,c1,'r');
subplot(2,2,3); plot(s0,c1,'b');
subplot(2,2,4); plot(s1,c0,'k');

figure;
s1 = exp(-t/20).*sin(p2*t*2);
c1 = exp(-t/15).*cos(p2*t*3);
s0 = sin(p2*t*2);
c0 = cos(p2*t*3.5);

subplot(2,2,1); plot(s0,c0,'m');
subplot(2,2,2); plot(s1,c1,'r');
subplot(2,2,3); plot(s0,c1,'b');
subplot(2,2,4); plot(s1,c0,'k');

O voo ransante por Plutão é hoje! Imagens.

Imagem: fonte aqui.

Plutão visto de muito perto (em breve teremos imagens ainda melhores).
O satélite gigante Caronte.

Do "Observatório":

Chegou o dia! Em poucas horas a nave New Horizons vai fazer seu sobrevoo histórico passando a 12.500 km da superfície de Plutão, após mais de 9 anos de espera.

O horário previsto para a máxima aproximação nessa manhã é 08:49 e 57 segundos, hora oficial de Brasília. Em seguida, às 09:03, ela deve fazer seu rasante em Caronte, passando a 28.900 km de sua superfície, mas o que podemos esperar da sonda nesse horário?

Na verdade nada. Na fase de aproximação final, que se deu ontem, a sonda transmitiu os dados que tomou nos dias anteriores, interrompeu as transmissões e se posicionou para o encontro. Você deve ter visto no filminho que eu preparei com a ajuda de um simulador da NASA que os instrumentos da sonda estão espalhados pelo corpo dela. Para que seja usado um instrumento específico, a sonda precisa girar no espaço e apontá-lo para o alvo. Para trocar de instrumento precisa executar outra manobra parecida.

Aí para transmitir os dados para a Terra a nave precisa apontar sua antena para nós, deixando os instrumentos olhando para os lados. Ou seja, durante os momentos mais críticos a nave vai estar silenciosa, não vai enviar nem sequer dados de telemetria que mostre que ela está funcionando.
Logo depois da máxima aproximação, a sonda vai passar pela sombra de Plutão e de Caronte, será eclipsada pelos dois objetos e isso vai ser usado para se obter o diâmetro de ambos com altíssima precisão. Minutos depois de cada eclipse, será a vez dos dois corpos celestes encobrirem a visão da nave com a Terra. Em outras palavras, a nave, Plutão (logo em seguida Caronte) e a Terra estarão alinhados. Quando isso acontecer, ela deve captar transmissões de rádio da Terra que vão ajudar a estudar a atmosfera de Plutão.

De acordo com as distorções que as ondas de rádio sofrerão ao passarem pelos objetos, informações sobre temperatura, densidade e sua estrutura poderão ser obtidas. Mas nada de transmitir alguma informação de volta.

Ver notícia aqui.